quinta-feira, 22 de junho de 2017

Soneto do Consumo - Grupo 6 Vespertino

SONETO DO CONSUMO
Fernanda Oliveira de Almeida

O cotidiano se esvai
A vida cotidiana existe
Marcada pelo consumo
Na metrópole, o uso resiste

Cria-se uma mente sem magia
Do centro à periferia
Há procura pela mercadoria

Magia do criar, magia do brincar
Essas se vão pela ilusão
De que com o comprar
Haverá “inclusão”

A esperança urge
O consumo não é o mais importante
E o uso ressurge como não alienante

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